E a dieta foi pro brejo - só por enquanto...
Gente, só pra constar, com a rotina doida que estou tendo, saí totalmente da dieta. Como estou precisando muito de energia, entre com vontade nos carboidratos e chocolate, mas estou mantendo o kit sobrevivência de frutas secas, oleaginosas e semente de girassol.
É isso aí, tentaremos voltar à programação normal quando esse curso acabar em 10 de maio.
Por favor, me amem! Read more...
Dieta Coletiva
Sempre que compro minhas oleaginosas no mercado, fico me perguntando para que seria bom comer semente de girassol. Para mim parece estranho comer isso.
Bom, o negócio é que estava eu assistindo o Discovery Home&Health e vi pela primeira vez o programa: Você é o que você come. Adorei o programa e a didática da apresentadora. Bem convincente.
Esse programa tratava de uma mulher obesa, sem energia para cuidar dos filhos e claro, insatisfeita com a própria vida. Acreditem que ela não comia nada fresco: frutas, verduras, legumes.. chegava a ter ânsia de vômito quando colocava um copo de suco na boca. Nem acreditei.
Uma das coisas que a nutricionista passou para ela foi a semente de girassol, alegando que com isso ela ficaria saciada num lanche vespertino e além disso, teria mais energia. Pois é, descobre que a semente de girassol é um alimento energético.
Pesquisando no "Santo Google", descobri o seguinte:
"A semente é riquíssima em gordura poli-insaturada, que ajuda no controle do colesterol. Depois de torrada, é muito rica também em nutrientes como vitaminas E, D e do complexo B, selênio, fósforo e potássio."
Decidi o seguinte, vou experimentar essa belezinha, pois com a minha rotina atual (acordando às 4h30; assistindo aula entre 7h e 13h; trabalhando entre 14h e 18h; e, cuidando da casa e gatos à noite), bem que estou precisando de uma forcinha diária para ter energia. Alguém tem mais alguma dica para mim? Read more...
Dieta Coletiva - Resultados
Oi Pessoas da Dieta Coletiva!
Hoje é dia de post e colocarei alguns bons resultados aqui, vamos lá:
1 - Quando comecei a dieta, estava com 66 quilos bem pesados. Hoje estou com 63, num emagrecimento consciente e duradouro de 3 quilos. Parece pouco, pois já temos em torno de 11 semanas de projeto, mas não é.
2 - Minhas medidas diminuiram muito, uma pena não ter feito medições antes e depois, mas como já disse antes, minhas roupas estão mais folgadas, vestindo muito bem e sem aquelas banhas saltando para todo lado. Já aposentei duas calças que estão bem folgadas e que eu havia comprado maiores para vestir melhor.
3 - O melhor de tudo agora, todos estão percebendo as mudanças, são muitos os elogios que recebo e isso está fazendo muito bem para minha autoestima. Estou adorando!
Bons resultados, mas é preciso continuar firme para não comprometer o andamento do projeto. Minha meta e eliminar seis quilos até o fim do ano, quero ficar com 60 quilos, acho que é o ideal para minha altura e idade. Read more...
Dieta Coletiva - Antecipando o Futuro
Oi Pessoas da Dieta Coletiva!
Hoje é dia de rever resultados, mas claro, eu declinarei e passo a bola pra vocês, afinal, quem não foge da dieta de vez em quando, não é verdade?
Eu quero falar de outra coisa hoje. E você vai me dizer:
- "Mas Ozenilda, ainda é cedo pra falar no final de ano e nos resultados finais da nossa dieta". E eu vou responder:
- "Eu sei, mas quem disse que não podemos sonhar com esse dia?"
O dia das festas em que mostraremos definitivas, lindas, vitaminadas, anabolizadas (not!), dietéticas e saudáveis novas mulheres ao mundo, que cairá aos nossos pés (menos, Ozenilda, menos).
Menos por que? Afinal, o esforço está sendo tão grande. E para motivar vou colocar algumas fotos de divas do cinema para que cada uma já possa ir pensando no que vestir nesse dia de rainha.
Primeiro vamos sonhar em vestir esses lindos vestidos que desfilaram no red carpeter do Oscar:
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| Esvoaçante como Halle |
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| Poderosa como a Cate |
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| Descontraidamente elegante como a Anne |
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| Madura e fascinante como a Helen |
Agora, se depois de tudo você não conseguir perder peso e coisa e tal, não fique triste, afinal, o que importa é ter saúde e auto-estima, como mostram as modelos plus size como a brasileiríssima Fluvia Lacerda.
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| Cheinha, com lindas curvas e tudo no lugar, precisa mais? |
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| Sensual na medida certa, arrasa com os corações |
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| E aí, vamos engrossar essa fila, com nossa beleza verdadeira? |
Agora reflita: como você está querendo chegar ao fim desse projeto? Escolha seu final, lute por ele, mas da maneira certa e sem exageros. Read more...
Dieta Coletiva - O não post de hoje
Bom Gente,
Hoje deveria haver um post da Dieta Coletiva aqui, mas olha, não peparei. Então, quero deixar três dicas:
1 - Leiam o blog da Dieta Coletiva que lá tem ótimas informações sobre o assunto, além dos links de todas as blogueiras que postaram hoje.
2 - Se você está procurando um método acompanhado para emagrecer definitivamente e gostaria de conhecer uma alternativa aos Vigilantes do Peso, acesse o site do Meta Real e me diz sua impressão.
3 - Ouça esse programa da CBN, da série Obsidade, do jornal CBN Noite Total, do dia 24/02/2011 e tire suas conclusões sobre a validade do nosso movimento da Dieta Coletiva:
Bom pessoas, é isso aí. Continuo firme na dieta, mas relapssa com o blog. Oh God!! Read more...
Dieta Coletiva - Dia de desintoxicação
Por hoje é só, semana que vem tem mais, pra todas nós. Read more...
Blogagem Coletiva de Esmaltes - Similar Chanel Nouvelle Vague
Hoje eu fiquei um tempão para fazer minhas unhas e confesso que o resultado não ficou muito bom. Tirei o esmalte e repassei várias vezes. Testei várias técnicas ensinadas por amigas, comentaristas do blog e pelo site Unha Bonita. Tudo em vão, devido à qualidade do esmalte.
Isso mesmo, usei o Verde Água da Colorama única camada e não gostei. Usei o Reflexos Azulados também da Colorama e não vi muita diferença na cor do esmalte. Mas pelo menos ele é mais fácil de aplicar.
Sabe de uma coisa, desisti dos esmaltes da Colorama, vou testar outros mais simples, com menos tecnologia que só deve facilitar a vida de manicures profissionais, o que não é o meu caso. Estou participando dessa blogagem por diversão e pra ver se consigo ficar um pouco mais vaidosa, além é claro de aprender algo novo. Eu pelo menos amo testar os truques e aprender aqui nesse mundinho fechado.
Mais uma foto para vocês, com essa máscara linda que meu amigo Roberto mandou pra mim de Veneza.
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Blogagem Coletiva de Esmaltes - Uva
Então o que fiz foi retirar o esmalte e passar de novo fazendo a limpeza completa em cada passada. Deu trabalho, mas o resultado ficou melhor, embora não tenha ficado perfeito.
Dieta Coletiva - O Boicote
Oi Gente,
Como em toda dieta, essa semana perdi a disciplina e acabei caindo em algumas tentações. É que fiquei de licença médica três dias e aí já viu. Como pastel de feira, pão francês quentinho com manteiga e farofa de bacon.
Tenho uma amiga mineira, daquelas que moraram em fazenda com empregados que mais pareciam escravos e ela adora me alimentar, é só eu dá bobeira e ela me faz pecar pela gula.
Mas mesmo com as ecorregadelas tá tudo bem, mantenho um quilo e meio a menos, barriga sequinha e disposição, pois mesmo saindo da linha, continuo com meus sucos ricos, sem açúcar e a comer fruts secas e castanhas oleaginosas. Semana que vem espero preparar melhor o post e hoje com toda certeza volto aos exercícios físicos.
Me amem! Read more...
Dieta Coletiva - Mudança que fiz e o bem que me faz
Blogagem coletiva - Esmalte da semana: Ameixa.
Oi Meninas da Blogagem Coletiva de Esmaltes!
Olha minha mãozinha com a cor dessa semana, Ameixa. Não ficou lindo!
Usei uma camada de Vinho Reserva verniz e cor da Colorama, uma camada de Impala Perolado Neném e mais uma camada do Vinho Reserva; e ficou essa com intensa e brilhante.
Eu mesma fiz as minha unhas e embora a mão esquerda esteja assim, linda e maravilhosa, a mão direita fica menos glamurosa, mas tá valendo! Sei que aprendo logo a pintar a outra mão perfeitamente.
Como já disse, eu não tiro a cutícula sempre. Eu hidrato bem, empurro e pinto. O segredo é hidratar mãos e unhas diariamente, pois aí a cutícula não fica toda grossa e levantada. Na realidade existem bons produtos para manter a cutícula domesticada, eu uso a cera nutritiva unhas e cutículas da Granado, mas no site Unha Bonita há uma infinidade de dicas sobre produtos e técnicas de faça você mesma suas unhas. Corre lá, aprende tudinho, faça suas unhas, entre para a blogagem coletiva e arrasa.
Mais umas fotos para você apreciar meu trabalho de automanicure:
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Blogagem coletiva - Esmalte da semana: Rosa.
Oi Gente!
Olha eu aqui debutando na blogagem coletiva de esmaltes, idealizada pela Fernanda Reali!
Eu já havia pensado em participar outras vezes, mas não deu; até comprei esmaltes nas cores combinadas.
Essa semana a cor é rosa, no tom e combinação que você preferir. Aí, fui ao Extra fazer umas comprinhas e achei esse Risqué tudo de lindo, Pop Rose, que combinei com o Impala Perolado Nenem. Ficou chocante. Fui eu quem pintou, então, não reparem nos detalhes do acabamento. Juro que quando crescer, serei igualzinha à Fernanda, que pinta a unha com uma mão amarrada nas costas (oi!).
Blogagem coletiva - Crianças desaparecidas
O que é ser privilegiado? É não padecer de problemas tão profundos que possam paralisar sua vida para sempre, é não ter que desesperadamente buscar por algo que lhe foi bruscamente retirado, seja por violência ou por fatos da vida.
Hoje é o dia da blogagem coletiva a respeito de crianças desaparecidas e os textos abaixo, retirados da revista Época, relatam casos de família que passam por esse drama. Vale a pena ler, se informar e refletir sobre o assunto.
Como é a vida de quem se agarra à esperança de rever o filho desaparecido – e como prevenir novos dramas.
Desde que Taís sumiu, Marineide não voltou ao trabalho. Tem o aspecto de uma mulher doente. Conta que entrou em depressão, perdeu 20 quilos e teve tuberculose. “Sou forte em espírito”, diz. Os filhos mais velhos, Diogo, de 19 anos, e Elaine, de 18, sustentam a casa.
O que Marineide acha que aconteceu? “Acho que ela foi levada por alguém conhecido, que não a deixava voltar. Talvez com o tempo ela tenha ficado com pena da pessoa. Não sei. Quando ela chegar, nem faço questão de que me conte tudo. O importante vai ser estarmos juntas”, afirma. O delegado, conta Marineide, perguntou a ela se batia em Taís. “Tive de rir. Os próprios irmãos diziam que Taís sempre foi a mais mimada, a única que dormia na minha cama.”
No começo do ano, assistindo a um noticiário na TV, Marineide acredita ter visto Taís no meio de uma manifestação de porteiros, em Copacabana. Procurou a emissora e conseguiu um DVD com as imagens que mostram uma menina, ao fundo, andando de patinete. “É ela, eu tenho certeza”, diz. Com o controle remoto na mão, Marineide avança quadro a quadro as imagens da suposta Taís. “Agora, ela vai aparecer atrás daquele homem. Olha lá. Não é ela?”, diz, com fotos da menina na outra mão. A semelhança é de fato grande, tão grande quanto o desejo de que a garota no vídeo seja sua filha. Marineide diz assistir ao DVD mais de 20 vezes por dia. “Eu não faço nada na vida, só procuro e penso em Taís”, afirma.

No Brasil, 40 mil crianças e adolescentes desaparecem a cada ano. A estimativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Quase metade foge de casa por maus-tratos. Depois de algum tempo, a maioria retorna. A menina Caroline dos Santos, desaparecida em 2004 no Rio de Janeiro, está incluída na estatística mais cruel: os 15% que somem sem motivo aparente, não deixam vestígios e jamais voltam ao lar. O sorriso dá lugar às lágrimas quando a mãe, Elizabeth, uma acompanhante de idosos de 48 anos, fala da filha única. No quarto quase intocado, no 2o andar de uma casa espaçosa em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde mora sozinha, Elizabeth agarra uma das bonecas de Caroline: “Como comemorar Natal, como encarar o Dia das Crianças?”.
“Sem notícias dos filhos, os pais tendem a criar ritos pessoais para lidar com esse estranho luto”, diz a psicóloga Sandra Rodrigues de Oliveira, da PUC do Rio de Janeiro, que analisou o comportamento de mães cujos filhos desapareceram por causa desconhecida em sua tese de mestrado Onde Está Você agora além de aqui dentro de Mim?” (verso de uma canção da Legião Urbana, “Vento no Litoral”). O pesadelo de Elizabeth já dura mais de 1.500 dias.
Caroline, então com 8 anos, sumiu em 13 de abril de 2003, um domingo de Páscoa, quando brincava na casa de uma tia, no bairro de Santíssimo, na zona oeste do Rio. Nunca houve qualquer pista do que aconteceu. A menina pedira à tia para deixá-la ir buscar na casa ao lado a bicicleta que havia emprestado a uma amiga. Vestia uma blusa rosa com glitter e bermuda azul. A praça próxima estava cheia. A TV de um boteco ao lado transmitia um jogo entre Vasco e Botafogo. Caroline não voltou para casa. Uma criança disse ter visto Caroline sendo abordada por um homem na padaria da vizinhança.
Os desaparecidos
40 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil. 20% dos casos ocorrem no Estado do Rio de Janeiro.
São Paulo vem em seguida, com 17,5%. 46% fogem por conflitos familiares. 53% são meninos. 15% não voltam para casa.
Elizabeth evita falar em morte. Como a maioria das mães nessa situação, diz “sentir” que a filha está viva. Por isso, fala sempre no presente. Quando a repórter pergunta quantos anos a filha teria hoje, ela responde. “Minha filha tem quase 13”, corrigindo o tempo do verbo. Por mais de dois meses, a vida de Elizabeth e Paulo César, pai de Caroline, foi procurar a menina e distribuir fotografias em sinais de trânsito. “Abandonei o emprego, larguei tudo”, afirma Elizabeth. Pior do que a falta de notícias eram as informações falsas. Vozes anônimas no telefone garantiam estar com “a moreninha gostosa” e desfiavam toda variedade de perversões. “Descobri que a maldade existe”, diz Elizabeth. Há um ano, ela voltou ao trabalho, mas sua rotina ainda é procurar. Quando não está no emprego, está na internet.
A rede é o canal de divulgação e desabafo para os pais de crianças desaparecidas. Há dezenas de sites e mais de mil comunidades no Orkut. A maior delas reúne quase 16 mil membros, gente que troca informações e fotografias, indica entidades ou sugere rezas. O Brasil não tem um cadastro único de crianças desaparecidas que facilite a busca. Desaparecer não é crime, não gera inquérito policial ou processo penal. Até 2006, a polícia ainda esperava 48 horas, a partir do momento em que a família registrava o desaparecimento, para começar as buscas. Pela Lei no 11.259, que existe há dois anos, as delegacias já são obrigadas a informar imediatamente a ocorrência às polícias Rodoviária e Federal e enviar comunicados a portos, aeroportos e terminais de ônibus.
A lista de desaparecidos, porém, é regional e incompleta. “Temos um cadastro único de veículos roubados, mas não de crianças desaparecidas. Um carro vale mais?”, diz Ivanise Espiridião da Silva, presidente da Associação Mães da Sé, que reúne mulheres cujos filhos desapareceram. Desde a véspera de Natal de 1995, ela não tem qualquer informação sobre a filha Fabiana, que foi vista pela última vez no portão de casa, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo.
Em 2002, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) criou na internet uma Rede Nacional para Identificação de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. O resultado prático ainda é muito pequeno: há pouco mais de mil nomes cadastrados, e a lista mistura adultos e crianças. “Esperamos que essa rede seja o embrião de um cadastro nacional”, diz Ludmilla Palazzo, secretária-adjunta do Programa de Garantias dos Direitos da Criança e Adolescente da SEDH. Mas ainda são raras as delegacias que abastecem a rede de dados, fazendo a lista crescer e se atualizar. Para Luiz Henrique Oliveira, coordenador do programa SOS Crianças Desaparecidas da Fundação para a Infância e Adolescência, é preciso humanizar o atendimento às famílias. “E trabalhar com a prevenção”, diz.
Um programa no Paraná reduziu de 151 para 30 o número de crianças que desaparecem por ano
É o que faz o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), do Paraná. Além de divulgar informações atualizadas dos desaparecidos na região, o Sicride criou a Cartilha do João Esperto, distribuída em colégios, igrejas, feiras e eventos. O personagem ajuda as crianças a evitar seqüestros. Em 1996, quando o serviço foi criado, havia 151 crianças desaparecidas no Estado. Hoje são 30. “Nosso diferencial é a campanha educativa, primeiro passo para o combate a qualquer crime”, diz Adelino de Favre, superintendente do projeto.
No mês que vem, o Rio sediará o II Encontro da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. No primeiro encontro, em 2005, em Brasília, surgiram idéias como o compromisso de criar o cadastro único e a medição oficial de desaparecimentos. Nada foi implantado. Um movimento luta pela criação, no Brasil, de um sistema correspondente ao Alerta Amber, dos Estados Unidos, que funciona assim: ao ser feito o registro de desaparecimento de uma criança, os veículos de comunicação são imediatamente acionados e começam a divulgar fotografias e informações, sempre atualizando os dados. O movimento sugere a criação de uma lei nacional que obrigue emissoras de rádio e televisão a veicular o assunto durante toda a programação.
O sistema americano foi criado após o desaparecimento de Amber Hagerman (daí o nome), então com 9 anos. Amber foi encontrada degolada em um rio. A comoção gerada pelo crime resultou na criação do alerta. Na Europa, os sistemas de informações vêm sendo reforçados depois do caso de Madeleine McCann, a inglesa de 4 anos que desapareceu durante as férias da família em Portugal no ano passado. O desaparecimento mobilizou o mundo inteiro.
Algumas histórias terminam em reencontro. Num domingo de 2006, Bruno Pereira da Silva, um menino carioca de 5 anos, filho de pais separados, saiu com o pai e não voltou. Dias depois, a dona de casa Márcia, mãe de Bruno, soube que o ex-marido morrera atropelado. Por mais de uma semana, Márcia vagou por vários lugares em busca do menino. Cartazes com o nome e a fotografia de Bruno foram espalhados pela cidade. A família imediatamente procurou o programa SOS Crianças Desaparecidas. A divulgação surtiu efeito. Uma senhora viu o retrato do menino no jornal e o reconheceu como recém-chegado a um abrigo de crianças abandonadas, próximo de sua casa. No mesmo dia, mãe e filho já estavam juntos. “Reencontrar meu filho foi como um novo parto”, afirma Márcia. Uma frase que Elizabeth, Marineide e tantas outras mães adorariam poder repetir.
Salvem nossas crianças!!! Eu estou nessa campanha.
É preciso que todas as pessoas se sintam responsáveis pela proteção de crianças contra a pedofilia. Juntar-se a essa luta é garantir vida melhor e saudável para milhares de crianças ao redor do mundo. Denuncie às autoridades casos suspeitos.





























