O CAMINHO, O MEU CAMINHO, O DEUS QUE É
Leia http://www.caiofabio.com/,
o melhor conteúdo sobre o Evangelho e o Reino de Deus.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Útil e necessário no verão


Ok leitores e leitoras do Mil e uma coisas, eu não vou falar em praia, ou filtro solar ou coisas assim.

O assunto é bem sério, o combate à Dengue! Coisa muito importante no verão.

Então, o seu blog trás uma dica bem legal para você poder ter em casa as plantas que quizer, com vasinhos e prato, sem correr o risco de ter surpresas com o Aedes Aegypti.

Olha aí o Stop Dengue, da Dura Plus.




Esses discos de espuma, que estão disponíveis em várias cores e tamanhos, são a solução mais genial e prática que já conheci no com bate à dengue, pois você coloca no prato do vaso, irriga normalmente e ele impede que a água se acumule e vire criatório de larvas.





Se você tiver vasos grandes, esse espiral é bem legal para você cortar a proteção no tamanho que desejar.
O produto é encontrado em lojas e supermercados onde haja produtos para jardinagem. Eu com prei na Leroy Merlin.

Gente, eu não ganho nada em divulgar qualquer produto aqui no blog, faço isso apenas para facilitar a vida de blogueiras como eu, pois sempre que uso um produto e aprovo venho correndo até aqui indicar.

Espero que ajude você.






quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Respondendo à Débora


Débora minha amiga, aqui vai, vou responder ao seu desafio:


QUESTIONÁRIO


1) Que horas são? 09h38
2) Nome? Ozenilda ou Nilda, pode chamar como preferir
3) Quantidade de velas no seu último bolo de aniversário? 41 e sem traumas
4) Furos nas orelhas? 1 em cada uma.
5) Tatuagens? Não
6) Piercings? Nenhum. Não gosto!
7) Já foi à África? Não, mas gostaria de ir em alguma missão da Igreja.
8) Já ficou bêbado? Sim e foi mais do que motivo para saber que bebida alcoólica não vale a pena.
9) Já chorou por alguém? Já, muitas vezes.
10) Já esteve envolvido em algum acidente de carro? Sim, pois quem dirige nunca está imune a isso.
11) Peixe ou carne? Peixe, com certeza.
12) Música preferida? Caleidoscópio - Paralamas do Sucesso
13) Cerveja ou Champanhe? Nenhum.
14) Metade cheio ou metade vazio? metade cheio! Claro.
15) Lençóis de cama lisos ou estampados? Cada um tem sei estilo, uso os dois .
17) Programa de televisão? Esquadrão da Moda, estou viciada.
18) Filme preferido? Apollo 13, do desastre ao triunfo.
19) Está ouvindo alguma música agora? Não.
20) Flor(es)? Margaridas.
22) De que pessoa recebeu esse questionário? Da Débora Fourax
23) Qual o amigo mais distante que você tem? O Roberto, meu grande amigo e companheiro que está morando na Irlanda.
24) O melhor amigo? o Roberto, sem dúvida!
25) Hora de dormir? 23h
26) Quem acha que vai responder esse questionário mais rápido? Não sei...
27) Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender? Normalmente não atendo, olho quem é e depois retorno, louco né, mas sou assim!
28) Qual a figura do seu mouse-pad? Não uso mouse-pad..
29) CD preferido? Evita, a trilha sonora do filme com a Madona, de 1995.
30) Mulher bonita? Eu, claro.
31) Homem bonito? Tô apaixonada pelo Jensen Ackles, do Sobrenatural.
32) Pior sentimento do mundo? Inveja, com certeza!
33) Melhor sentimento do mundo? O amor.
34) O que uma pessoa não pode ter para estar com você/ter sua amizade/companhia? Inveja.
35) O primeiro pensamento que você tem ao acordar? Não quero me levantar!
36) Se pudesse ser outra pessoa, quem seria?
Ninguém!
38) O que é que você tem debaixo da cama? Nada
39) Nome da pessoa que talvez não responda ao questionário?Não sei!
40) Aquele que com certeza vai te responder? Blogueira sempre responde!
41) Quem gostaria que te respondesse? Todas as amigas blogueiras !
42) Uma frase: “Que o foguete não exploda e que eu não faça merda” o Alan Shepard, primeiro astronauta americano, essa é a Prece do Eleito.
E aí Débora, valeu?

domingo, 22 de novembro de 2009

Dois meses de amizade, dois meses de alegria



Pois é pessoas, desde que o Branco chegou aqui pela primeira vez, miando atrás da pilha de tijolos, já faz quase dois meses. Como o tempo passa, não é mesmo?







Dá uma olhada como ele cresceu, basta comparar as fotos com essas e essas. Esse é o lugar preferido para ele ficar, só pra chamar minha atenção, claro.





Aqui, nós dois, tô feia demais, mas é porque já tô pronta pra dormir.

Dá ou não pra notar que nós dois estamos bem amigos. Esse bebê gatinho foi um presente de Deus. Ele me acorda todo dia, às 6h15 da matina, como um reloginho, afinal, a essa hora ele está com fome.





Branco brincando com uma bolinha de barbante que tia Leide deu a ele.

Essa festa foi na casa da minha mãe, quando eu estava operada. Ele ganhou o carinho de todo mundo.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Saúde mental e preconceito

Não sei se deveria fazer o que estou fazendo, mas quando li esse texto na internete não tive como não publicá-lo. Ele é de uma pessoa que como eu sofre de Transtorno Bipolar do Humor - TAB.

Enquanto lia, foi como se minhas próprias mãos tivessem escrito cada palavra, pois tudo ali já aconteceu comigo, menos a parte da internação e do eletrochoque, pois graças a Deus, apesar da demora no diagnóstico correto, o meu tratamento surtiu efeito rápido e com a primeira medicação. Os sentimentos são os meus. O preconceito, como o demonstrado no comentário, esse faz parte da minha vida desde que tudo começou.


Vou deixar que essa amiga de infortúnio fale por nós duas e digo a ela, que se por acaso vir seu texto aqui, saiba que omiti e nome e o blog apenas por uma questão de respeito, mas se preferir que seja revelado é só deixar um comentário.


Eis o texto, é longo, mas vale a pena ler:

- O comentário de um leitor sobre meu post que trata sobre sobrevivência (sem nenhum cunho sociológico ou pretensões variadas), me fez pensar que seria necessário esclarecer alguns aspectos do tal transtorno. Reproduzo, a seguir, o trecho do comentário de 03.03.2007 que deu origem a este post.


"(...) Gosto da sua coragem de admitir seu transtorno bipolar, embora acredite que mais coragem é viver sem medicação, afinal se todo mundo vivesse chapado nunca teríamos Faulkner, Hemingway (tudo bem que eles bebiam bastante, mas existe uma certa nobreza na embriaguez, na medicação apenas um indivíduo abrindo mão da sua autonomia, mas esse papo fica para uma outra oportunidade) (...)."


[Respiro fundo.]


Vamos lá. O transtorno bipolar é uma doença que, como qualquer outra, precisa ser corretamente diagnosticada e tratada com medicamentos. É uma doença mental? É. O cérebro produz de forma atípica alguns neurotransmissores fundamentais para nossa saúde mental. O motivo? Ainda não se sabe com precisão. É genético? Os estudiosos entendem que sim. Pode incapacitar a pessoa de exercer suas atividades rotineiras? Sim. Quem sofre de TAB é retardado? Não.


Mas o pior de tudo é: não há cura para o TAB, apenas controle. Tal qual uma diabete, que precisa ser controlada com injeções de insulina.


Existe ainda um grande preconceito ou uma total ignorância sobre o que é o TAB e seus efeitos e sintomas, que podem ser devastadores. O paciente de TAB, se mal diagnosticado ou submetido a tratamentos incorretos, pode torrar todo o seu patrimônio em incríveis três semanas, trabalhar por 48 horas seguidas sem se cansar, emprestar as cuecas para o pior dos amigos ou, no outro extremo, ficar impossibilitado de trabalhar, parar de comer por dias e dias, não tomar banho por semanas, não falar com absolutamente ninguém, chorar até cansar e, falando um português bem claro, o paciente de TAB pode cometer suicídio.


Dito isso tudo aí em cima, posso dizer que eu sofro de um tipo de transtorno bipolar mais ou menos incomum: sou TAB com ciclagens ultra rápidas (ou seja, meu humor oscila muito mais vezes em um certo intervalo de tempo, se comparado ao humor dos bipolares “clássicos”). Isso quer dizer que o tratamento convencional, à base de lítio, não funcionou comigo. Tentei algumas combinações de medicamentos, fiquei internada dois meses em uma clínica psiquiátrica, fui submetida a várias sessões de ECT (eletroconvulsoterapia - eletrochoques, para ser mais clara), tudo para evitar o tratamento mais indicado para o meu tipo de TAB. Por quê? Apesar de eficaz, possui muitos efeitos colaterais.


O resultado disso tudo é que tenho que fazer hemogramas mensais, dormir pelo menos 9 horas por dia e controlar o apetite, já que engordei uns 20 quilos (ainda bem que eu era magérrima antes de iniciar o tratamento). Sem falar na grana que gasto todo mês com remédios (caríssimos) e sessões de terapia.


Então... o meu leitor sugere em seu comentário que: (a) dependo dos remédios, (b) falta-me coragem para viver sem eles, (c) eu vivo chapada por conta do tratamento. Sem falar da sugestão de que o mundo não teria mais Faulkners ou Hemingways se todos os talentos resolvessem viver “chapados” com medicamentos indicados para os mais variados tipos de transtornos da mente.


Pois esclareço, e perdoem-me os leitores pelo o que será um desabafo, que o comentário transcrito acima foi inadequado, típico das pessoas que desconhecem, infelizmente, o que é o TAB, a depressão crônica, a esquizofrenia, a síndrome do pânico, TOC – transtorno obsessivo compulsivo - ou que enxergam uma certa beleza na afirmação de que "viver é sofrer", de Arthur Schopenhauer.


Eu busquei coragem para admitir que tinha um problema mental e precisava de ajuda médica
. O segundo passo da via crucis em “busca da minha coragem” (isso poderia ser título de um filme melodramático, não?) foi não desistir de procurar um médico decente que me diagnosticasse de modo preciso e correto. Isto levou uns 4 anos, já que fui tratada por quatro (!) psiquiatras diferentes e todos erraram no diagnóstico. O terceiro passo foi aceitar a internação numa clínica psiquiátrica, monitorada 24 horas por uma acompanhante (eufemismo para enfermeira fiscal), sem falar nas sessões ECT no Hospital da Clínicas. O quarto passo foi encarar meu tratamento atual, mesmo com todos os efeitos colaterais. E continuo aqui. Matando um leão por dia, porque é FODA tomar clozapina, sentir-se cansada e gorda, fazer terapia, bancar tudo isso que custa tão caro, não ter a compreensão de vários amigos e familiares que acham que o transtorno bipolar inexiste, que o TAB não passa de mera frescura ou um capricho meu.


É FODA também sentir a solidão diária de quem precisa acordar forte todos os dias, porque uma crise pode me tirar o emprego. É FODA o desalento de perceber que só eu, e mais ninguém, realmente sabe o que é uma crise de depressão severa, quando a dor de um corte profundo não é nada comparada ao desespero de querer sair daquela crise, da desesperança e da vontade de pular do 10º andar.


Será isso tudo condição para escrever como Faulkners, Hemingways, sem falar de Virginia Woolf, Tolstoy, Graham Greene, Ana Cristina Cesar? Não, definitivamente não. Todos eles e gênios como Van Gogh e Mozart sofriam de TAB. Não é necessário sentir uma profunda angústia por estar vivo para escrever sobre as dores de viver. Não é absolutamente necessário viver escrava das minhas oscilações bruscas de humor ou da minha estranha produção de neurotransmissores, para ver beleza no que é incerto e querer, sempre, dias mais densos.


Prefiro escrever posts medíocres
e não publicar um conto genial ou um romance digno de nota.


Prefiro não perder minha identidade recém recuperada
, prefiro tomar mais aulas de otimismo.


Prefiro trabalhar no que eu gosto com a regularidade que o mercado exige.
Prefiro sim, ser parte do establishment
.


Prefiro, mil vezes, amar as pessoas sem chocá-las com idas ao pronto socorro, com palavras mordazes e injustas típicas da fase maníaca
.


Prefiro não morrer como Faulkner (morreu bêbado) ou Hemingway (cometeu suicídio)
.


Prefiro escrever tudo isso aqui, saudável, em casa
, na companhia de minhas duas golden retrievers. Prefiro ter capacidade de cuidar de minhas duas golden retrievers e de todas as pessoas que realmente são importantes para mim.


Para quem enxerga “nobreza na embriaguez” e “perda de autonomia” com a medicação, eu continuo minha via crucis, aquela da coragem, para dizer “você não sabe nada, meu caro”. E nem por isso eu sinto rancor de você e de tantas outras pessoas que, ao ouvirem de minha boca "sou bipolar e não vivo sem medicação”, franzem a testa. Escrever bem é uma arte. Controlar o que é aparentemente incontrolável é uma luta constante que, ao final, vale muito a pena. Posso dizer que entre mortos e feridos, cá estou
. -


Grifos meus, para salientar o que mais me emocionou no texto e me fez publicá-lo aqui.


Leia o que eu mesma escrevi sobre o assunto em:


1) Esse poema sou eu.

2) Assim é a vida.

3) Novela

4) Verdadeiro ou falso

5) Verdadeiro ou Falso

6) Mais do mesmo

7) Assunto sério - Depressão

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Minha bolsa restaurada


Hoje eu tenho um trabalho bem simples, mas que me deu muito prazer e muito alívio em fazer, pois salvei uma peça muito bonita que tenho.

É essa bolsa linda, feita com película cinematográfica e crochê com linha preta, pela designer carioca Rubia Calazans.

Eu comprei essa beleza em junho de 2008, numa lojinha muito chique de Santa Tereza, na minha viagem de férias, confira aqui.





Porém, como as alças dela também eram feitas de película, com o uso, foram se desgastando e ficando assim, feias.

Eu retirei as alças e fiz um belo par em crochê, com linha Anne preta, da Círculo.





Olha aí a bolsa com a alça colocada, linda né! E o bom é que vou poder usar minha bolsa preferida por muito tempo ainda.

Eis aí o milagre da reciclagem duplamente aplicado. O planeta agradece.



sábado, 14 de novembro de 2009

Fried Chiken ou quase...

Oi meu povo, é isso aí, tô de volta e nova em folha.

Para registrar essa volta em grande estilo, outra daquelas receitinhas fáceis e práticas, que você pode experimentar para o almoço de amanhã: Fried chiken by Nilda


Essa aí da foto eu fiz para o meu almoço e estava delicioso!


Ingredientes:

1 kg de coxinha da asa limpa e temperada com sal e pimenta
maionese
farinha de rosca
farinha de arroz
farinha de trigo
flocos de milho
orégano

Modo de fazer:

Misture uma xícara de farinha de rosca, uma colher sopa de farinha de arroz, uma colher sopa de farinha de trigo e meia xícara de farinha de milho em flocos, coloque num saco plástico e coloque orégano a seu gosto.
Pegue as coxinhas já temperadas e passe na maionese, depois vá colocando no saco com a mistura de farinhas dando leves sacudidas para empanar.
Depois das coxinhas empanadas, coloque num tabuleiro e leve ao forno médio para assar. Quando elas estiverem coradas pode retirar do forno e servir ainda quente.
Esse frango pode ser frito em óleo quente.


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Aniversário da Amanda!

Hoje é aniversário dessa linda aí da foto, a Amanda. Isso mesmo, a família Amorim está em festa de novo.

A Amanda é filha de minha irmã Leide e está completando 18 anos. Ela é muito especial, está naquela fase de vestibular, PAS e ENEM, pensa.

Então para comemorar vai ter bolo de chocolate, parabéns e muita festa hoje na casa da vovó Maria.

Para você minha linda tudo de bom e vamos comemorar, pois você merece.

domingo, 1 de novembro de 2009

Notícias

Oi meninas, tudo bem com todas? Eu estou super bem, a cirurgia foi perfeita e minha recuperação melhor ainda, volto a trabalhar daqui a quinze dias.

Para completar, Branco, o gato, está lindo, cada dia mais saudável e mais sapeca; ele já conquistou toda a família, todo mundo gosta dele e cuida dele direitinho.

Ele ama o Fernando, até fica lá sentado na porta do quarto dele, esperando ele levantar, é a coisa mais linda.

Pois é, estamos bem e logo voltaremos à blogosfera.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fora do ar

O Mil e uma coisas está saindo do ar por um mês. Vou fazer a cirurgia para a retirada da vesícula no dia 21/10 e resolvi que vou dá um tempo no blog pelo prazo de minha recuperação. Assim que for possível volto a postar. Sei que não vai demorar pois o tempo tem passado muito depressa mesmo e o Natal já está às portas, então não vai dar tempo sequer de vocês sentirem minha falta.
Beijo a toda a blogosfera.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Assunto sério: Depressão

Quando eu iniciei o blog em dezembro de 2008, uma das minhas metas era informar as pessoas sobre transtornos afetivos, como depressão, TBAH e outros.

Sei que esse propósito foi se perdendo nesses 10 meses de blog, talvez porque sempre procuramos fazer coisas que agradem aos nossos leitores e também porque assuntos sérios dificilmente dão ibope, ninguém lê, ninguém comenta.

Mas apesar do desinteresse da maioria, sei que é importante falar sobre o assunto, pois quem convive com um transtorno psiquiátrico sabe da luta diária para superá-lo e informção pode salvar vidas nesse caso.

A ABRATA - Associação Brasileira de Tanstornos Afetivos possui um site com muitas informações sobre o assunto e pode ajudar a identificar sintomas que denunciem um estado de doença psiquiátrica, muito mais comum no nosso meio do que imaginamos.

O texto abaixo fala sobre uma campanha mundial para ajudar no diagnóstico e tratamento da depressão e o combate ao preconceito que existe até mesmo no meio mádico contra a doença. E é de grande valia para quem quer se inteirar sobre o assunto.


Quebrando as Barreiras da Depressão

Com o objetivo de elevar os padrões mundiais no diagnóstico e tratamento da depressão e reduzir o estigma que cerca a doença, a Federação Mundial para Saúde Mental (World Federation for Mental Health) desenvolveu o projeto Quebrando Barreiras (Breaking Through Barriers), juntamente com especialistas da psiquiatria mundial. A campanha mundial possui ações que procuram: educar pacientes, cuidadores, médicos e profissionais de saúde;
incentivar a melhor comunicação entre médico, demais profissionais de saúde e pacientes;
melhorar a preparação dos clínicos gerais para lidar com a depressão.

A campanha pretende reduzir falhas na compreensão da depressão e alcançar pessoas que sofrem da doença no mundo, que são cerca de 340 milhões; sendo que cerca de 17 milhões de pacientes estão no Brasil. A campanha divulgará com destaque os sintomas da doença para médicos, demais profissionais de saúde, pacientes e membros da família, para que haja um entendimento maior da depressão.

Os laboratórios Eli Lilly e Boehringer Ingelheim, como empresas de pesquisa e inovação na área de saúde, aprovam iniciativas sociais que visam à melhora da qualidade de vida. Por isso, apoiam a campanha como um todo ao lado da Associação Brasileira de Familiares Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA), parceira oficial da Federação Mundial para Saúde Mental para a campanha no Brasil.

Origem da campanha

Durante o encontro da American Psychiatric Association, em 2005, a Federação Mundial para Saúde Mental apresentou os resultados da pesquisa “Depressão: A Verdade Dolorosa”, realizada com 377 pacientes deprimidos e 756 médicos do Brasil, Canadá, México, Alemanha e França. Os principais pontos revelados pela pesquisa foram: pessoas deprimidas demoraram aproximadamente um ano para consultar um médico (média de 11 meses); os sintomas físicos estimularam 79% dos pacientes deprimidos a visitar um médico; (79%) pessoas deprimidas passaram por diversas consultas médicas antes de serem diagnosticadas com depressão (média de 5 consultas); pessoas deprimidas não sabiam que dores físicas inexplicáveis estavam associadas à depressão (72%).

Diante destes resultados, a Federação Mundial para Saúde Mental reuniu, em Viena, em 2005, um grupo formado por líderes de opinião e de grupos de pacientes para discutir a necessidade de desenvolver uma ação global para aumentar o conhecimento sobre a depressão e a importância do correto diagnóstico e conseqüente tratamento da doença. Dessa maneira, foi criada a campanha Quebrando Barreiras.

A campanha é apoiada por diversas associações relacionadas à saúde mental ou à depressão e doenças correlatas. No Brasil, a Associação Brasileira de Familiares Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) é a parceira oficial da Federação Mundial para Saúde Mental nesta iniciativa.

A intenção da campanha é atingir gradualmente médicos, demais profissionais da saúde, pacientes, familiares e imprensa, transmitindo as principais mensagens sobre depressão, seus sintomas e tratamentos.

Lançada em países da Europa e América Latina – Áustria, Bélgica, Brasil, França, Alemanha, Inglaterra, México e Suíça, a campanha contempla ainda algumas ações, como o lançamento de um website, divulgação de uma pesquisa internacional (Testing the Medics) que avalia o nível de ensino das faculdades de medicina para clínicos gerais em relação à depressão, realização de workshops de imprensa em todo o mundo e de evento no Brasil com a presença de representante da WFMH e pacientes brasileiros e de outros países.

Sobre a depressão

A depressão pode ter um impacto substancial na vida do indivíduo e resultar, por exemplo, em dificuldades de relacionamento no ambiente de trabalho, no casamento e na família.

A doença atinge cerca de 340 milhões de pessoas em todo o mundo.

Segundo o The Global Burden of Disease Study, a depressão foi classificada como a quarta maior causa de incapacidade em todo o mundo em 2000, e a estimativa é de que a doença ocupe o segundo lugar no ranking em 2020.

A depressão é uma doença sub-diagnosticada e confundida com outros problemas, por isso é importante conscientizar a população sobre a depressão e aumentar o nível de conhecimento sobre a doença entre médicos (principalmente clínicos gerais), demais profissionais da saúde, pacientes e cuidadores.

A depressão ainda é cercada por tabus e preconceitos, o que dificulta ainda mais que pessoas deprimidas assumam o problema e procurem ajuda. Portanto, quanto mais as pessoas souberem sobre depressão, menor será o grau de preconceito em relação à doença.

Sobre a Federação Mundial para a Saúde Mental (WFMH)

A Federação Mundial para Saúde Mental (WFMH) é uma organização internacional e interdisciplinar. Sua missão é promover, entre pessoas e nações, da melhor maneira possível, a saúde mental nos aspectos biológico, médico, educacional e social. Seu status consultivo junto às Nações Unidas lhe proporciona várias oportunidades de envolver-se, globalmente, na defesa de direitos no campo da saúde mental, trabalhando com a Organização Mundial da Saúde, UNESCO, Alto Comissariado para Refugiados da ONU, Comissão das Nações Unidas para Direitos Humanos e Organização Mundial do Trabalho, entre outras. Informações adicionais sobre a WFMH pelo site http://www.wfmh.org/.