Óleo composto, será que vale a pena?

>> quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Oi cozinheiras e cozinheiros leitores do Mil e uma coisas!

Hoje quero trazer uma dica de cozinha bem legal, de um produto que experimentei e gostei muito.

Esse aí da foto, o óleo composto de soja e oliva aromatizado com manjericão e que vem em outros sabores também.



Lembra da salada de batatas com alho-poró que postei outro dia?

Pois é, ela foi feita com esse óleo aí, que diga-se de passagem é uma delícia. Eu sempre tive preconceito pelo produto, achava de uma pobreza ímpar e me estrepei.

Só resolvi experimentar por causa do manjericão. E uma boa surpresa é que ele é muito saudável para cozinhar no dia-a-dia além de deixar a comida com aroma e sabor bem diferentes.

É claro que mesmo sendo um óleo composto ele ainda tem um preço proibitivo para algumas pessoas cozinharem com ele diariamente. Comprei uma lata de 500ml por R$ 6,50, mas vale a pena experimentar para conferir.

E se gostar, claro, passa aqui para dizer se se surpreendeu, assim como eu.


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Sobremesa de Domingo

>> terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Huuuum! Mas o que será que vai sair dessa forma tão interessante?


Quer saber?

Uma sobremesa de domingo, bem fácil de fazer, rápida e saborosa.




GELATINA MOUSSE DE ABACAXI

Uma caixa de pó para gelatina sabor abacaxi (ou outro de sua preferência)

1 caixa (200g) de leite condensado

1 caixa (200g) de creme de leite


Prepare a gelatina apenas com 250 ml de água fervendo e junte no liquidificador com o creme de leite e o leite condensado e bata bem, por aproximadamente 3 minutos.

Coloque numa forma de sua preferência e leve à geladeira por 4 horas.

Aí é só servir e aproveitar, pois fica uma delícia.


Só para constar, essa forma é da tupperware e tem esse fundo removível, com desenho variado, que ao ser aberto deixa o ar entrar na forma e desenforma perfeitamente o mousse, além de deixar esse jeitão perfeito.



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Ganhei pisente!

>> domingo, 21 de fevereiro de 2010

Oi Meninas e Meninos, leitores do Mil e uma coisas.

Domingão e você aí, então, vem lê o post e saber das novidades, bora!

Para começar, o nome do post não está errado, eu é que peguei emprestado do meu sobrinho de quase três anos o jeito que ele fala presente.

E falando em presentes, esse tapetinho aí da foto, ganhei de uma amiga do trabalho essa semana. Ela foi passar férias em João Pessoa e trouxe dois tapetes de tear pretos e um laranja muito lindo. Bem que meu banheiro tava precisando de roupa nova.

Nós somos realmente muito amigas e ela sempre me pergunta quando vai de viagem o que eu quero ganhar. Eu respondo que quero um paraibano de cabelo lisinho, mas como ela ainda não achou um do meu número, trás os tapetes porque sabe que vai me agradar em cheio e agrada mesmo. Amo!


O outro presente, ganhei de Andreia Flor morena, do blog O Jardim de Psiqué.

Foi essa caixinha linda que está na minha mão e que ela decorou especialmente para mim.

Eu e ela trabalhamos juntas e apesar dela conhecer o meu blog, não sabia que eu era a dona, até que um dia ela me ligou para confirmar o fato e dizer que também tinha um blog. Agora, vivemos trocando figurinhas sobre os blogs amigos e dando dica uma a outra de outros bons blogs para conhecer.

Obrigada Andréia, essa caixinha ficou linda no meu balcão da cozinha, com os meus saquinhos de chá todos arrumadinhos nela. Vou mostrar quando fizer o post sobre a cozinha na série Minha Casa. Agora é só aguardar.



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Série Minha Casa, uma conquista.

>> sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Oi pessoas!

Tá todo mundo aí, de olho no Mil e uma coisas? Espero que sim, pois vou mostrar a saga da construção da minha casa, um sonho realizado (para as minhas amigas crentes afirmo que foi um sonho plantado por Deus no meu coração e concretizado por ele, com um milagre a cada dia).
Como eu morava de aluguel e já estava cansada de não poder fazer aquilo que queria para tornar meu lar mais aconchegante, parti para a conquista da casa própria, o que me levou a fechar o apartamento alugado em que morava e ir morar com minha irmã num apartamento de 48 m² , com um quarto de pouco menos de 7 metros, no qual eu dormia na cama de cima de um beliche e guardava minhas roupas num armário minúsculo e com muitas bugingangas da minha irmã. Foi difícil mas valeu a pena.

Comecei assim: em abril de 2003, comecei a juntar dinheiro para a compra do terreno. Em maio de 2004, comprei um lote de 500m. No dia 19 de maio de 2005, comecei a construção da casa e pasmem, me mudei em 17 de julho de 2005. A casa é simples, mas aconchegante e é minha, só minha, portanto, agora posso investir e me divertir com a adequação do meu lar.
Vamos às fases, transmitidas aqui em fotos? Agora, não tenho fotos digitais da obra, então, vou mostrar a casa pronta, num antes e depois, pois já fiz algumas modificações.

Começando pela fachada:



Essa é a fachada original, da esquerda para a direita:

a janela do meu quarto; a do banheiro; a da sala; a da cozinha, recuada, e no escuro, a porta e a janela da área de serviço que fica na garagem.





Detalhe da entrada da área de serviço.







Detalhe da porta de entrada, que fica nun nicho lateral para ter mais privacidade.






E aqui a fachada como é hoje, pois em 2008 fiz essa cobertura, apoiada em pilastras de tijolos aparentes, para evitar o sol na parede, que esquentava muito a casa.



Nessa fase tive que tomar algumas decisões quanto ao formato da casa e alguns acabamentos. Optei por uma casa de fundos, ou edícula, aproveitando o muro dos fundos e das laterias como parede. Fiz assim porque tinha pouco dinheiro para a construção e precisa abrir mão da laje, além de construir uma casa bem pequena. Como moraria sozinha numa casa, fiquei com medo de não me acostumar e resolver vender, aí, ter uma casa muito simples na frente do terreno o desvalorizaria. Como ele tem 500m, depois da construção fiquei com cerca de 400m na frente para um bela casa. Se vender hoje, quem comprar, poderá morar muito bem instalado e construir um belo projeto na frente.

Outra coisa foi a escolha das portas e janelas, optei pelas esquadrias de ferro, pois julguei as janelas de blindex menos seguras por serem transparentes e possibilitar que quem estivesse fora da casa visse lá dentro sem esforço. Ledo engano, pois as estatísticas de roubo em casas com blindex é quase zero. Vai tentar quebrar um vidro daqueles com 8 polegadas! Além disso, o vidro daria menos manutenção devido não precisar pintar, seria mais fácil de lavarr e coisa e tal.

O que faria diferente hoje:

Não encostaria a casa nos muros, deixaria a distância de 1,5m no fundo e os corredores na lateral, pois não tenho área privativa e nem janelas no fundo, o que ventilaria melhor a casa, embora minha casa seja bem ventilada. Outra coisa, teria espaço para colocar a lata de lixo atrás da casa, estender o varal do roupas e outras coisas discretamente, sem que as pessoas que passam na rua bisbilhotassem.

Ah! Essas fotos são do dia que limpei a casa para me mudar.

Bom, é isso, no próximo post sobre o assunto começo a mostrar a casa por dentro, aguardem.



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Mudando conceitos

>> quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Oi Gente!

O post sobre educação financeira teve uma ótima repercussão e eu vou dar continuidade ao assunto.

Lembra que no outro post eu disse que o nosso conceito de 'ganhar dinheiro' é equivocado? Pois é, esse conceito influencia muito o nosso relacionamento com o dinheiro, sabe por que?

Vamos pensar: ganhar algo é receber de graça, portanto, é algo que temos sem esforço, sem trabalho, pois alguém resolve dar e pronto, é seu. Dessa maneira, ganhar dinheiro é ter algo gratuito, o que nós sabemos que não é verdade. Se ganhamos, então desperdiçamos ou simplesmente gastamos o que recebemos. Parece bobagem mas isso é muito importante.

Se temos em mente que ganhamos algo, não sabemos o valor que esse algo tem, assim, é difícil pensar se o que nos é dado em troca do nosso trabalho é justo ou não. Podemos então cair em outra armadilha e temos sempre a impressão de que 'ganhamos pouco', ao passo que se entendemos o conceito da remuneração é mais fácil entender que administrar essa remuneração deve nos levar a decidir acertadamente sobre o destino das parcelas e adequar os gastos ao padrão de vida que podemos ter.

Tenha em mente o seguinte, o seu salário é o justo pagamento pela força de trabalho que você vende ao seu empregador, então, você não ganha, você é remunerado, recebe uma remuneração (só não vamos entrar no mérito se essa remuneração é justa ou não, vamos aprender o conceito).

A partir do momento que você entende que é é remunerado, entende também que existe uma contrapartida ao dinheiro recebido que é o seu suor, portanto, o dinheiro deixa de ser ganho, deixa de ser de graça. Assim desperdiçar não faz mais sentido e sim aplicar a remuneração para a manutenção da sua vida como um todo, considerando moradia, alimentação, educação, vestuário, lazer, no presente e no futuro .

Pense bem nisso e vai fazer mais sentido não se render a armadilha do 'eu mereço' ou do 'dá para pagar' na hora de decidir pelo destino de cada centavo da sua remuneração.

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